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Vanessa de Oliveira Bonfante
Estudante do 3º de Jornalismo Unilago

O índice de desemprego do país, apesar de estar diminuindo aos poucos, continua elevado. O ano de 2017 terminou com12,3 milhões de pessoas sem emprego. Esta situação fez com que milhares de pessoas optassem por outras alternativas, entre elas o trabalho informal ou por conta própria. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) são 32,6 milhões de autônomos sem carteira assinada.

O hoje vendedor Sandro Germano, 39 anos, que trabalhou por cinco anos como empregado e decidiu abrir um negócio próprio. “Sou comunicativo, gosto de viajar, conhecer cidades, pessoas e costumes. Essas características facilitaram o novo ofício de Germano. “Hoje sou eu quem faço meus horários e posso sair para onde quiser, essa foi melhor decisão que eu poderia tomar”, diz o vendedor.

Já Rosenete Aprizio, 44 anos, é diarista e se achou nessa profissão depois de trabalhado por 8 anos com carteira assinada. “Recebo por dia, consigo pagar as contas e isso é o que mais vejo como benefício sendo diarista”, diz.

Crédito: Vanessa de Oliveira Bonfante